PREPARAÇÃO PARA O III CONGRESSO VOCACIONAL – FREIS CAPUCHINHOS PR-SC
13 a 15/10/2006
2º. TEMA PARA ESTUDO
Ao tratar sobre o Serviço de Animação Vocacional e Pastoral Orgânica é necessário ter presente que se está falando de ações da Igreja Povo de Deus. Fala-se essencialmente em “mistério de comunhão, povo de Deus e serviço aos homens” (P. 167).
Igreja é coletividade, é conjunto, é povo (GS 40). Os que se propõe seguir Jesus Cristo buscam “o verdadeiro e único relacionamento na coletividade e Deus”. O amor é sinal visível do seguimento de Jesus Cristo (At 2,42-47; Ijo 4,20-21).
Nesta reflexão, estudo o objetivo é aprofundar sobre o SAV e Pastoral Orgânica na comunidade Igreja. É preciso fundamentar a vivência de Igreja no serviço aos irmãos e irmãs. Através da vivência bem fundamentada, poder-se-á produzir frutos do Reino de Deus. O SAV precisa estar inserido na Pastoral Orgânica para cumprir a sua missão, a razão de sua existência deverá ser clara para os agentes, e a Pastoral Orgânica deverá integrá-lo nas ações pastorais existentes na comunidade local e diocesana.
1. Conceitualização
Para que a reflexão possa produzir frutos é preciso conhecer os conceitos, o significado dos termos que serão utilizados para melhor haver entendimento e facilidade na expressão do fruto da meditação.
1.1. Serviço de Animação Vocacional
Entende-se por Serviço de Animação Vocacional a atividade vocacional enquanto algo organizado, estruturado em organismos e instituições. É a animação vocacional organizada, coordenada, articulada por pessoas vocacionalmente animadas e habilitadas a servir o povo de Deus.
A atividade vocacional de uma Igreja local, envolvendo todo o povo de Deus, “corresponde à ação da Providência divina”(OT 2). Além disso, é “fruto e expressão da vitalidade e maturidade de toda a comunidade local” (P. 860). Por essa razão, a animação vocacional inserida na Pastoral Orgânica, deve ocupar um posto prioritário, deve ter lugar privilegiado”(Doc. N. 252, p. 885-886).
O SAV tem como missão cuidar do nascimento, do discernimento, do desenvolvimento e do acompanhamento das vocações. Ele tem por objetivos: despertar para a vocação humana, cristã e eclesial; discernir os sinais indicadores do chamado de Deus; cultivar os germes de vocação e acompanhar o processo de opção vocacional consciente e livre. Deve dar ênfase às vocações de especial consagração e, entre elas, particularmente, à vocação à vida consagrada e ao presbiterato.
1.2. Pastoral Orgânica
1.2.1. Pastoral
A palavra pastoral significa pastor. Na antiguidade os gregos usavam o termo pastoral para indicar guia, comandante, também legislador, dando a entender que o governante terreno é imagem do governante divino. Daí resulta que ser pastor tem o significado de cuidar.
Quando o povo de Deus estavam a caminho da terra prometida, o termo indicava a função de cuidar e vigiar os animais fracos, defendendo-os dos perigos e do ataque de animais bravios ou de ladrões. Passando este período, faz-se uma nítida aplicação religiosa do conceito. Para eles Deus – Iahweh – é o pastor de Israel e o povo o seu rebanho (Sl 23,1-3). Assim, por dedução, serão chamados pastores, os governantes e reis de Israel, cujas infidelidades ao povo são consideradas infidelidades ao próprio Deus. Mais tarde o termo pastor perde seu significado na vivência do povo por causa da desonestidade do mesmo povo, para com Deus e entre si.
No Novo Testamento, a palavra é usada 9 vezes nos evangelho sinótico, 6 vezes por São João, 2 vezes por São Paulo e 1 vez por São Pedro.
Jesus Cristo se apresenta como o bom pastor que ama e cuida das suas ovelhas (Mt 15,24; Jô 10,1-30). Os apóstolos são mandados a apascentar o rebanho de Deus (I Pd 2.25) e a buscar as ovelhas perdidas e dispersas (Mt 10,6).
Pastoral é a arte e a ciência de ser pastor, quer dizer, a arte e a ciência de fazer apostolado, em base ao ser constituído pastor (At 20,28), e à missão recebida pelo Supremo Pastor. Daí, terem os termos pastoral e apostolado, muitas vezes, os mesmos significados.
Apostolado é a ação ou fenômeno de ser apóstolo, isto é, enviado, mandado. O apóstolo recebeu de Cristo a missão de anunciar a todos os povos a salvação((MT 28,18-20). Ele precisa ir, andar, fazer conhecer o Evangelho, batizar: tudo isto faz parte da missão recebida. Da parte do rebanho (ouvinte) depende a aceitação livre do anúncio que, em caso positivo, provocará um novo comportamento.
Os apóstolos, isto é, os pastores enviados por ele, devem realizar as ações pastorais: fazer conhecer a verdade de maneira que este conhecimento se transforme em testemunho.
Não se trata, então, de um conhecimento apenas conceitual, intelectual, mas exige um comportamento novo, uma atitude diversa: a fé.
Esta iniciativa de Deus que se faz encontro pessoal com todo o homem. “É Deus a iniciar o diálogo, é Deus a conduzi-lo. O homem escuta e responde” positiva ou negativamente.
1.2.2. Orgânica
A pastoral orgânica e de conjunto é a condição para a Igreja ser unidade dinamizadora, em vista da eficácia permanente de sua ação. Assim, é indispensável um espaço global da Igreja, com o objetivo de atingir o conjunto das pessoas, na globalidade de seus problemas e situações.
Para que a ação pastoral da Igreja atinja o objetivo para que existe será preciso uma organização que favoreça o serviço aos batizados que vivem em comunidades. A organização favorece o serviço, a valorização dos carismas na comunidade, o serviço missionário, o atendimento às pessoas excluídas, à juventude, às crianças, e tantas mais pessoas batizadas ou que ainda estão buscando se abrir para a proposta de Jesus Cristo.
Tendo em mente que a ação pastoral da Igreja deve ser global, todos os batizados de uma comunidade local são convocados pelo próprio Deus a agir em benefício dos irmãos nos vários serviços na comunidade. A fé deverá iluminar toda a ação através das pessoas que assumiram com vigor a vida cristã.
A missão da Igreja de ser sinal e instrumento de salvação, num mundo pobre, brota do assumir a realidade em que está inserida. Os agentes pastorais deverão estar abertos a todas as pessoas que vivem na comunidade onde vive. Viver o mandato de Jesus Cristo de anunciar o Evangelho e também de apascentar as ovelhas. Para viver, cumprir este mandato de Jesus será preciso disposição, abertura, entrega, preparação e ação. O batizado não pode se omitir diante da missão que recebeu do próprio Jesus Cristo, o Senhor.
2. Animação Vocacional
2.1. O que é?
A Animação Vocacional na Igreja é todo o esforço que toda a comunidade cristã deve fazer para “dar espaço a todos os dons do Espírito”, ou, se quisermos, o estímulo que leve “todos os batizados e crismados a tomarem consciência da sua própria e ativa responsabilidade na vida eclesial”. Fazer animação vocacional é despertar em todos os batizados e batizadas o senso de Igreja e o sentido vocacional da pertença à Igreja.
Por Animação Vocacional se entende a ação de toda a Igreja, de toda a comunidade, para mediar o chamamento divino dirigido a cada uma das pessoas, convocadas pela Trindade, “antes da fundação do mundo”, para serem santas e irrepreensíveis no amor (Ef 1,4). Trata-se de mediação porque, dentro da dinâmica da história da salvação, Deus quis que a sua Palavra que convoca e provoca chegasse até nós não diretamente, mas por meio de pessoas, fatos e acontecimentos. Nesse sentido, a animação vocacional é um dever de toda a comunidade cristã, se torna mediadora da vocação divina (OT 2). Dentro dessa perspectiva toda a comunidade deve estar comprometida com o serviço vocacional (P. 861), mesmo havendo aquelas pessoas mais diretamente responsáveis que atuam no Serviço de Animação Vocacional.
Com isso, pode-se dizer que todos os membros ativos das comunidades, todos os cristãos batizados, todas as pessoas formam uma Igreja Particular são, de certa forma, animadores e animadoras vocacionais. Daí considerar a urgência de um processo de conscientização de toda a comunidade. Enquanto toda a comunidade não considerar o problema vocacional como próprio, toda e qualquer solução será apenas um mero paliativo. É preciso o envolvimento indispensável de todas as pessoas, ajuda-las a perceberem-se como filhos e filhas de Deus, chamadas e enviadas pela Trindade. É preciso resolver um outro problema nas comunidades, de circunscrever a animação vocacional somente em alguns momentos fortes da ação pastoral nas comunidades, como: mês vocacional, ordenações e profissões perpétuas. Para criar consciência no povo, tem de desenvolver uma atividade vocacional permanente. Passar de atividades esporádicas, feitas de vez em quando, para a convicção de que a dimensão vocacional é algo conatural, essencial, constante, que deve perpassar todo o processo de evangelização.
O sujeito ativo, protagonista da animação vocacional é a comunidade eclesial enquanto tal. Nesse sentido, a preocupação com as vocações não deve ser apenas da Igreja, no seu âmbito universal, mundial. Não basta também que seja uma questão que envolva a Igreja particular, de forma tantas vezes genérica e superficial. Do mesmo modo, não seja suficiente ter na paróquia uma Equipe Vocacional. A consciência de ser sujeito ativo da animação vocacional deve impregnar todas as componentes do Povo de Deus. Por isso é grande a urgência “que se difunda e se reedifique a convicção de que todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações”(PDV 41).
2.2. Animação Vocacional e Pastoral Orgânica
A animação vocacional “nasce do mistério da Igreja e põe-se ao seu serviço” (2o.CIV 5). Por isso ela precisa ser assumida com vigor por todos os membros da comunidade. Deve-se, como dito anteriormente, firmar sempre mais a convicção de que aquela não é um elemento secundário ou um acessório da evangelização. Dentro da Pastoral Orgânica (ou Pastoral de Conjunto) a animação vocacional deve ser acolhida como atividade intimamente inserida na ação evangelizadora de cada Igreja, dimensão conatural e essencial, parte viva e vivificante da vida e da missão da comunidade eclesial. E a razão disso, nos lembra João Paulo II, é o “fato de que a vocação define, em certo sentido, o ser profundo da Igreja, ainda antes do seu operar. No próprio nome da Igreja, Ekklesía, está indicada a sua íntima fisionomia vocacional, porque ela é verdadeiramente convocação, Assembléia dos chamados” (PDV 34).
Sendo, em si mesma, “mistério de vocação”, a comunidade cristã é a assembléia dos chamados por Deus. Por essa razão, nenhuma Igreja pode se omitir da animação vocacional e do dever de organizar o Serviço de Animação Vocacional. O próprio ser da Igreja motiva a animação vocacional na comunidade. Ainda que tivesse evangelizadores suficientes em todo o mundo, mesmo assim a dimensão vocacional não poderia ser esquecida, uma vez que esquecer esta dimensão seria deixar de ser Igreja.
Ver a dimensão vocacional como de toda a ação evangelizadora da Igreja é ainda um sonho, uma grande utopia. Há ainda muito o que fazer para se conseguir que toda a pastoral geral, toda a pastoral orgânica, esteja aberta às vocações.
A partir do que foi dito, pode-se dizer que, a missão da Pastoral Orgânica é criar no Povo de Deus um clima que favoreça o crescimento das vocações e possibilite a existência do Serviço de Animação Vocacional. Através da promoção da integração e da comunhão entre as comunidades, incentivando o contato e o diálogo entre as pessoas e as instituições eclesiais, entre as diversas vocações específicas, ela promoverá a dimensão vocacional de toda a ação evangelizadora. Numa Igreja Local, cuja Pastoral Orgânica possui vitalidade, as vocações tornam-se tema fundamental da pregação, da oração e da catequese. Nela a questão vocacional não é tratada apenas de modo direto. Estará presente também como anúncio indireto, em outros momentos da pregação, da oração e da catequese. Pode-se então deduzir que a animação vocacional “é parte integrante do ministério de uma Igreja Particular, como condição necessária e garantia de continuidade da missão”.
3. SAV e Pastoral Orgânica
O SAV deverá estar inserido na Pastoral Orgânica da comunidade local. Dentro da Pastoral Orgânica, a missão do SAV não é fazer recrutamento fácil de candidatos para os seminários ou de candidatas para as casas religiosas, como infelizmente ainda acontece em muitos lugares. O objetivo primeiro da atividade vocacional “consiste essencialmente em iniciar a participar, em modo concreto e ativo, na vida e missão da Igreja Particular”( 2o. CIV, 43). A finalidade da animação vocacional, orientada pelo SAV organizado e estruturado, é ajudar os batizados e batizadas a assumirem o seu lugar na Igreja. O serviço vocacional começa de forma mais ampla, suscitando vocações para o Reino de Deus e oferecendo as condições necessárias para o seu amadurecimento e desenvolvimento (Guia Pedagógico de Pastoral Vocacional). Somente num segundo momento é que se trabalha o discernimento para as vocações específicas. Ou, se quiser, a atividade vocacional tem início com a sensibilização da comunidade para o seguimento a Jesus Cristo. A segunda etapa tem início o aprofundamento que leva à opção consciente e livre por determinada vocação concreta. Leva ao processo de discernimento e de acompanhamento das pessoas que se sentem chamadas por Deus às vocações específicas na Igreja.
O SAV na Pastoral Orgânica tem como missão cuidar do nascimento e discernimento, do desenvolvimento e do acompanhamento das vocações. Ele, na Pastoral Orgânica, tem como missão específica impulsionar, coordenar e ajudar a promoção e amadurecimento de todas as vocações, fomentar as campanhas de oração, a fim de que o povo tome consciência das necessidades existentes. Além disso, ele deve acompanhar, no processo de discernimento, todas as pessoas que sentem o chamamento do Senhor, e ajuda-las a cultivar as disposições básicas para o amadurecimento da vocação. Cabe também ao SAV a tarefa de refletir e promover a diversidade de vocações na unidade da missão e do serviço evangelizador. Ele também é responsável pela capacitação do pessoal destinado ao trabalho vocacional, fazendo-lhe perceber o valor deste serviço. Animando toda a comunidade, a Equipe Vocacional de uma Igreja local deverá despertar, orientar e promover também vocações missionárias, incluindo aquelas destinadas à missão “ad gentes”. O surgimento de vocações missionárias é o sinal mais evidente da maturidade vocacional de uma comunidade cristã.
4. Visão de Igreja
É importante para o agente vocacional a compreensão do que é ser Igreja para ser agente do SAV. Dependendo como o batizado conhece e vive o ser Igreja, poderá prestar ótimo serviço como Igreja às pessoas que desejarem despertar o dom da vocação na Igreja.
4.1. Povo de Servidores
A visão de Igreja como povo de servidores tem sua fundamentação no Cristo que lava os pés dos seus discípulos(JO 13,1-11); e ordena para façam o mesmo, lavando os pés uns dos outros. Ele lavou os pés dos discípulos e os ensinou para que também o fizessem. Somente poderá servir, ajudar as pessoas no seguimento a Jesus Cristo no seu despertar vocacional, quem assim o fizer, tendo o próprio Jesus Cristo como modelo.
A Equipe Vocacional estará dentro do pluralismo das vocações, ministérios e carismas na Igreja. Para servir como Jesus Cristo serviu o povo de Deus, vai requerer uma grande conscientização das comunidades, levando-as a perceber a questão vocacional como responsabilidade de todos. Esta nova impostação da animação vocacional requer ainda que ela esteja voltada para todos os batizados e batizadas e não apenas para determinadas categorias de pessoas. Além disso, uma autêntica e correta proposta vocacional deve fundamentar-se necessariamente numa sólida teologia da vocação e das vocações, em sintonia com a eclesiologia, aquela do Povo de Deus, retomada pelo Vaticano II. Hoje já é possível constatar que as maiores dificuldades no campo prático do serviço às vocações estão ligadas a um conhecimento insuficiente da teologia vocacional e a uma experiência fraca e ultrapassada da Igreja. Por isso, quando falta a fundamentação teológica, a experiência da Igreja Povo de Deus, a animação vocacional, tende a ser fraca, arcaica e até mesmo inexistente.
5. Pistas de Ação
Os agentes do SAV como equipe vocacional na Pastoral Orgânica deverão ter clara sua missão na comunidade local. A Equipe Vocacional inserida na Pastoral Orgânica deverá fazer o seu plano de ação de conjunto na comunidade, levando em consideração a realidade concreta. É bom que os agentes vocacionais sejam preparados espiritualmente e intelectualmente sobre a teologia das vocações para servir, tendo como modelo Jesus Cristo, o servo de todos.
Apresento algumas atitudes, ações que a Equipe Vocacional deverá ter na Pastoral Orgânica:
1. Equipe Vocacional composta por pessoas que se propuseram viver o seguimento a Jesus como Igreja de servidores
2. Pessoas conscientes da sua vocação e buscam-na viver e aprofunda-la no seu dia a dia.
3. Viva a vida de comunhão e participação na comunidade local.
4. Interesse e amor pela comunidade local e disponibilidade para os serviços.
5. Sintonia e comprometimento com a pastoral de conjunto, através das atividades comuns e motivação vocacional a todos os agentes que fazem parte da Pastoral Orgânica.
6. Garra e amor pela causa das vocações e ministérios na Igreja.
7. Programa formativo e de ação concreto a curto, médio e longo prazo.
8. Sempre atenta e ativa aos momentos significativos da ação pastoral de Igreja local.
9. Acolhida de todas as pessoas que se demonstrarem abertas a acolher a moção do Espírito ao chamado vocacional.
10. Fundamentar bem a ação nas Sagradas Escrituras, tradição da Igreja e ensinamento do magistério.
11. Planejamento antecipado das ações na animação vocacional.
12.Encontros, retiros, estudos, lazer para melhor corresponder à missão recebida de Deus como agente da animação vocacional na comunidade – Igreja.
13. Usar os meios pós-modernos que venha ajudar na animação vocacional.
Bibliografia
1. OLIVEIRA, J.L.M., Evangelho da Vocação – dimensão vocacional da evangelização, Loyola, São Paulo, 2003.
2. GIUSTINA, E.D., A Paróquia Renovada, Paulinas, São Paulo, 1986.
3. BRIGHENTI, A., Metodologia para um Processo de Planejamento Participativo, Paulinas, São Paulo, 1988.
4. SZENTMÁRTONI, M., Introdução à Teologia Pastoral, Loyola, São Paulo,1999.
5. JOÃO PAULO II, Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Pastores Dabo Vobis”,Paulinas, São Paulo, 1992.
6. CNNB, Formação dos Presbíteros da Igreja do Brasil – diretrizes básicas, n. 45, Paulinas, São Paulo 1995.
Frei Cláudio Sérgio de Abreu
Um comentário:
Acho muito legal essa interação com os internautas. Paz e Bem!
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